BUSCA    

ESTOQUE - SPORTS

Corvette Stingray Conversível 1963
Um pouco de História
No início da década de 1950, os carros esportivos europeus com seus designs arrojados faziam sucesso pelo mundo inteiro, enquanto que o mercado americano só possuía como representantes, pesados Cadillacs e Buicks.Nesse período a General Motors atravessava um momento crítico, tendo sua rival, a Ford, superado suas vendas na América do Norte por dois anos consecutivos. Os diretores do grupo sabiam que tinham de pensar em algo para retomar o crescimento. Tom Keating, executivo geral da Chevrolet, tinha em mente um novo carro para a colocar a GM de volta à primeira posição no mercado. Em junho de 1951 era iniciado o projeto Opel. A princípio o carro se chamaria Korvette, palavra homófona de Corvette (corveta), em referência à pequena e veloz embarcação de escolta da Marinha inglesa. Mais tarde optaram pelo nome Corvette. Em 1952, o engenheiro-chefe de motores da GM, Ed Cole, e o especialista em chassis Maurice Olley trabalharam juntos no protótipo EX-122. Harley Earl, chefe de design, baseou seu modelo em carros de corrida europeus. Em 17 de janeiro de 1953 foi apresentado em Nova York o primeiro modelo do Corvette que surpreendeu o público. Era um carro diferente dos padrões americanos: pequeno, baixo, com visual limpo e esportivo. Embora baseado em esportivos europeus, possuía traços do desenho americano: com lanternas na ponta de um pequeno rabo-de-peixe, era branco com o interior revestido de couro vermelho. A segunda geração, desenhada por Larry Shinoda e com principais inspirações no "Q Corvette" de Peter Brock e Chuck Pohlmann, começou em 1963 e terminou em 1967. Em 1963, foi introduzido no mercado o Corvette Sting Ray (coupé baseado no carro conceito ‘‘Mako Shark I’’), com para-lamas elevados, para-choques bipartidos, e com o vidro traseiro dividido. Por questões de segurança, os vidros traseiros foram substituídos por um inteiriço em 64, e por causa da falta de ventilação no carro devido à pressa do projeto, foram instalados ventiladores atrás dos bancos no mesmo ano. O motor ‘‘327’’ de 1963 possuía 320cv e chegava a 205 km. O Corvette Sting Ray 1963 não só teve um novo design, mas também melhoras na dirigibilidade. O Sting Ray também era um Corvette um pouco mais leve, então a aceleração melhorou, apesar da potência inalterada. Para o ano modelo de 1963, 21.513 unidades foram construídas. A produção foi dividida quase que uniformemente entre o conversível e o novo coupé - 10,919 e 10,594, respectivamente. Duntov e sua equipe lançaram, em 1967, o modelo L88, equipado com o V8 427, um big-block de 7,0 litros (6.999 cm3), que utilizava cabeçotes de alumínio e três carburadores de corpo duplo Holley. Comenta-se que na verdade chegava a 550 cv, mas a fábrica declarava apenas 430 cv, para confortar as seguradoras. Também houve modificações na aparência, com uma entrada de ar central que se unia ao vinco do capô. Dos 28 mil Corvettes vendidos nesse ano, apenas 20 eram desta versão. O modelo foi pilotado por Dick Guldstrand e Bob Bondurant em Le Mans, estabelecendo o recorde de velocidade na reta de Mulsanne com 274,4 km/h (embora não tenha terminado a corrida). Atualmente os L88 de 1967 estão avaliados em até US$ 650 mil.
A nossa Sting Ray Conversível
Completamente restaurada pela Studio Phoenix em 2009, este modelo com transmissão automática possui uma das mais desejadas combinações de cores (936 Ermine White com Red Leather trim) para um esportivo americano. O motor 327c.u. melhorou muito em desempenho ao receber um novo carburador quadrijet. Pneus novos BF Goodrich com faixa branca completaram a elegância e combinaram muito com a nova capota em vinil branco instalados no modelo. Impressionante a dirigibilidade e prazer na condução e como chama a atenção de todos ao passear elegantemente pelas ruas em nossas tardes ensolaradas.

Oferecida pelo valor de R$450.000,00